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Pequenas historias do quotidiano. mariosimoes@mail.pt
Terça-feira, Novembro 07, 2006
Manuel Geraldo jornalista escritor e alentejano
Os alentejanos são-no no Alentejo, em Lisboa, em Londres, em Toronto ou em Pequim. Cada vez mais me convenço que ser alentejano é uma forma de estar na vida, é uma filosofia, muito mais do que ser de uma região de Portugal.
É quando estamos fora do Alentejo que percebemos o verdadeiro sentido do ser alentejano. É nessa altura que percebemos que aquela sensação de que os alentejanos não sobrevivem muito fora da sua terra, é mentira. Nós sobrevivemos se continuarmos a ser alentejanos, mesmo que nada ou ninguém nos ligue à nossa terra natal.
Foi um alentejano nascido em Lisboa que um dia me telefonou e disse:
- Vamos almoçar à Casa do Alentejo com o Manuel Geraldo.
Um convite do Alfredo Miranda não se recusa, é sinal de boa conversa de alegria de boa disposição.Com o Manuel Geraldo que eu somente conhecia dos jornais seria ainda melhor.
De repente ali estava eu à frente do homem. O bigode , o carão, a postura tudo nele era Alentejo. Comemos bem, bebemos melhor, o Manuel falou eu e o Alfredo ouvimos e deixamo-nos embalar pelo sonho, pelos projectos, pelo Alentejo com os seus costumes e tradições, pelos temperos, pela comida, pelo pão, pelo povo, pela alma, pela imaginação, pelo sonho pela planície.
Eu olhava para ele bebia o vinho e as palavras do Manuel Geraldo e pensava. Que espécie de alentejano é este que tem tudo para ser e não é. Que tem o Alentejo na alma e no coração, mas é lisboeta de gema.
Descobri então que estava na frente de um homem que contribuiu para o melhor que tem Lisboa, a parte romântica a parte do sonho, a parte da boémia, do amor da paixão do gosto pela vida... pela boa vida.
O Manuel Geraldo era um dos últimos lisboetas legítimos.
A partir dessa tarde ficámos cúmplices como ficam todos os alentejanos quando se ecnontram. Partilhei então com eles sonhos e projectos. Sonhos que nunca acabam e projectos que nunca começam.
De vez em quando lá vinha pelo correio uma publicação nova com o Manuel Geral a dirigi-la, de vez em quando lá ia a Lisboa almoçar com ele, receber energia para continuar a acreditar que é possível ser-se alentejano no Alentejo.
Nunca lhe perguntei de que terra era. Soube ontem pelo jornal. Num coluna lá estava, “ Morreu o jornalista e escritor Manuel Geraldo... nascido no concelho alentejano de Beja. Morreu de madrugada no Hospital de S. José na cidade onde vivia”.
Não acreditei, liguei ao Alfredo Miranda e ele confirmou, o Manuel Geraldo que morreu era mesmo Manuel Geraldo.
A sua morte só deixa tristeza naqueles que dele gostavam, de resto tudo vai continuar na mesma. o Alentejo vai continuar aqui, o sonho vai continuar a preencher-nos a cabeça, Lisboa vai continuar linda, os alentejanos vão continuar a existir em todo o mundo.
Sabes Manuel Geraldo, os alentejanos vão como tu continuar a vencer , não me esqueci do teu concelho, para vencer em Lisboa ou em qualquer lado do mundo, basta continuar a ser-se alentejano.
Manuel eu segui o teu conselho e acho que não me tenho dado mal....até um dia destes.
Os alentejanos são-no no Alentejo, em Lisboa, em Londres, em Toronto ou em Pequim. Cada vez mais me convenço que ser alentejano é uma forma de estar na vida, é uma filosofia, muito mais do que ser de uma região de Portugal.
É quando estamos fora do Alentejo que percebemos o verdadeiro sentido do ser alentejano. É nessa altura que percebemos que aquela sensação de que os alentejanos não sobrevivem muito fora da sua terra, é mentira. Nós sobrevivemos se continuarmos a ser alentejanos, mesmo que nada ou ninguém nos ligue à nossa terra natal.
Foi um alentejano nascido em Lisboa que um dia me telefonou e disse:
- Vamos almoçar à Casa do Alentejo com o Manuel Geraldo.
Um convite do Alfredo Miranda não se recusa, é sinal de boa conversa de alegria de boa disposição.Com o Manuel Geraldo que eu somente conhecia dos jornais seria ainda melhor.
De repente ali estava eu à frente do homem. O bigode , o carão, a postura tudo nele era Alentejo. Comemos bem, bebemos melhor, o Manuel falou eu e o Alfredo ouvimos e deixamo-nos embalar pelo sonho, pelos projectos, pelo Alentejo com os seus costumes e tradições, pelos temperos, pela comida, pelo pão, pelo povo, pela alma, pela imaginação, pelo sonho pela planície.
Eu olhava para ele bebia o vinho e as palavras do Manuel Geraldo e pensava. Que espécie de alentejano é este que tem tudo para ser e não é. Que tem o Alentejo na alma e no coração, mas é lisboeta de gema.
Descobri então que estava na frente de um homem que contribuiu para o melhor que tem Lisboa, a parte romântica a parte do sonho, a parte da boémia, do amor da paixão do gosto pela vida... pela boa vida.
O Manuel Geraldo era um dos últimos lisboetas legítimos.
A partir dessa tarde ficámos cúmplices como ficam todos os alentejanos quando se ecnontram. Partilhei então com eles sonhos e projectos. Sonhos que nunca acabam e projectos que nunca começam.
De vez em quando lá vinha pelo correio uma publicação nova com o Manuel Geral a dirigi-la, de vez em quando lá ia a Lisboa almoçar com ele, receber energia para continuar a acreditar que é possível ser-se alentejano no Alentejo.
Nunca lhe perguntei de que terra era. Soube ontem pelo jornal. Num coluna lá estava, “ Morreu o jornalista e escritor Manuel Geraldo... nascido no concelho alentejano de Beja. Morreu de madrugada no Hospital de S. José na cidade onde vivia”.
Não acreditei, liguei ao Alfredo Miranda e ele confirmou, o Manuel Geraldo que morreu era mesmo Manuel Geraldo.
A sua morte só deixa tristeza naqueles que dele gostavam, de resto tudo vai continuar na mesma. o Alentejo vai continuar aqui, o sonho vai continuar a preencher-nos a cabeça, Lisboa vai continuar linda, os alentejanos vão continuar a existir em todo o mundo.
Sabes Manuel Geraldo, os alentejanos vão como tu continuar a vencer , não me esqueci do teu concelho, para vencer em Lisboa ou em qualquer lado do mundo, basta continuar a ser-se alentejano.
Manuel eu segui o teu conselho e acho que não me tenho dado mal....até um dia destes.
Terça-feira, Outubro 10, 2006
Fora com os comentadores bloguistas anónimos
Hoje resolvi passar pela blogosfera cá da terra e fiquei triste. Verifiquei que a blogosfera que era e ainda é felizmente em alguns blogues, um lugar onde se escrevem ideias, pensamentos histórias, um local onde se denuncia, onde se apontam erros, onde se critica.
Esta foi a blogosfera a que eu aderi e onde entusiasticamente me inseri. Mantenho ainda dois blogues, o www.vivaz.blogspot.com e o www.sonhosecompanhia.blogspot.com , ambos um pouco desactualizados e onde vou de vez em quando para colocar desabafos,. Para colocar histórias para colocar ideias e sonhos.
Saí da circulação provavelmente ninguém lerá este post, no entanto é uma forma de gritar a minha decepção pelo caminho por onde navega a blogosfera eborense.
Os blogues, tornaram-se hoje o esconderijo de uma espécie de gente que debaixo do anonimato, vomitam ódios acumulados, frustrações que não conseguem expelir e vinganças que não têm coragem de as concretizar de mostrando a cara e o fazem escondidos nos comentários dos blogues.
Sempre resisti à inclusão de comentários nos meus blogues, e isto por uma questão de respeito pelas ideias dos outros. Não...no meu blogue não se albergam cobardes anónimos.
Ah...mas continuo a ler com atenção os meus favoritos de Évora os amigos Sexo dos Anjos, o Luís Carmelo, a Abrotea, o Manel Cabeça o Grealdo Sem Pavor, o Palma Rita, o Mais Évora e mais alguns cá do burgoah e sou viciado nos blogues dos clubes da zona...boa afinal os clubes desportivos estão vivos.
Hoje resolvi passar pela blogosfera cá da terra e fiquei triste. Verifiquei que a blogosfera que era e ainda é felizmente em alguns blogues, um lugar onde se escrevem ideias, pensamentos histórias, um local onde se denuncia, onde se apontam erros, onde se critica.
Esta foi a blogosfera a que eu aderi e onde entusiasticamente me inseri. Mantenho ainda dois blogues, o www.vivaz.blogspot.com e o www.sonhosecompanhia.blogspot.com , ambos um pouco desactualizados e onde vou de vez em quando para colocar desabafos,. Para colocar histórias para colocar ideias e sonhos.
Saí da circulação provavelmente ninguém lerá este post, no entanto é uma forma de gritar a minha decepção pelo caminho por onde navega a blogosfera eborense.
Os blogues, tornaram-se hoje o esconderijo de uma espécie de gente que debaixo do anonimato, vomitam ódios acumulados, frustrações que não conseguem expelir e vinganças que não têm coragem de as concretizar de mostrando a cara e o fazem escondidos nos comentários dos blogues.
Sempre resisti à inclusão de comentários nos meus blogues, e isto por uma questão de respeito pelas ideias dos outros. Não...no meu blogue não se albergam cobardes anónimos.
Ah...mas continuo a ler com atenção os meus favoritos de Évora os amigos Sexo dos Anjos, o Luís Carmelo, a Abrotea, o Manel Cabeça o Grealdo Sem Pavor, o Palma Rita, o Mais Évora e mais alguns cá do burgoah e sou viciado nos blogues dos clubes da zona...boa afinal os clubes desportivos estão vivos.
Fora com os comentadores bloguistas anónimos
Hoje resolvi passar pela blogosfera cá da terra e fiquei triste. Verifiquei que a blogosfera que era e ainda é felizmente em alguns blogues, um lugar onde se escrevem ideias, pensamentos histórias, um local onde se denuncia, onde se apontam erros, onde se critica.
Esta foi a blogosfera a que eu aderi e onde entusiasticamente me inseri. Mantenho ainda dois blogues, o www.vivaz.blogspot.com e o www.sonhosecompanhia.blogspot.com , ambos um pouco desactualizados e onde vou de vez em quando para colocar desabafos,. Para colocar histórias para colocar ideias e sonhos.
Saí da circulação provavelmente ninguém lerá este post, no entanto é uma forma de gritar a minha decepção pelo caminho por onde navega a blogosfera eborense.
Os blogues, tornaram-se hoje o esconderijo de uma espécie de gente que debaixo do anonimato, vomitam ódios acumulados, frustrações que não conseguem expelir e vinganças que não têm coragem de as concretizar de mostrando a cara e o fazem escondidos nos comentários dos blogues.
Sempre resisti à inclusão de comentários nos meus blogues, e isto por uma questão de respeito pelas ideias dos outros. Não...no meu blogue não se albergam cobardes anónimos.
Ah...mas continuo a ler com atenção os meus favoritos de Évora os amigos Sexo dos Anjos, o Luís Carmelo, a Abrotea, o Manel Cabeça o Grealdo Sem Pavor, o Palma Rita, o Mais Évora e mais alguns cá do burgoah e sou viciado nos blogues dos clubes da zona...boa afinal os clubes desportivos estão vivos.
Hoje resolvi passar pela blogosfera cá da terra e fiquei triste. Verifiquei que a blogosfera que era e ainda é felizmente em alguns blogues, um lugar onde se escrevem ideias, pensamentos histórias, um local onde se denuncia, onde se apontam erros, onde se critica.
Esta foi a blogosfera a que eu aderi e onde entusiasticamente me inseri. Mantenho ainda dois blogues, o www.vivaz.blogspot.com e o www.sonhosecompanhia.blogspot.com , ambos um pouco desactualizados e onde vou de vez em quando para colocar desabafos,. Para colocar histórias para colocar ideias e sonhos.
Saí da circulação provavelmente ninguém lerá este post, no entanto é uma forma de gritar a minha decepção pelo caminho por onde navega a blogosfera eborense.
Os blogues, tornaram-se hoje o esconderijo de uma espécie de gente que debaixo do anonimato, vomitam ódios acumulados, frustrações que não conseguem expelir e vinganças que não têm coragem de as concretizar de mostrando a cara e o fazem escondidos nos comentários dos blogues.
Sempre resisti à inclusão de comentários nos meus blogues, e isto por uma questão de respeito pelas ideias dos outros. Não...no meu blogue não se albergam cobardes anónimos.
Ah...mas continuo a ler com atenção os meus favoritos de Évora os amigos Sexo dos Anjos, o Luís Carmelo, a Abrotea, o Manel Cabeça o Grealdo Sem Pavor, o Palma Rita, o Mais Évora e mais alguns cá do burgoah e sou viciado nos blogues dos clubes da zona...boa afinal os clubes desportivos estão vivos.
Fora com os comentadores bloguistas anónimos
Hoje resolvi passar pela blogosfera cá da terra e fiquei triste. Verifiquei que a blogosfera que era e ainda é felizmente em alguns blogues, um lugar onde se escrevem ideias, pensamentos histórias, um local onde se denuncia, onde se apontam erros, onde se critica.
Esta foi a blogosfera a que eu aderi e onde entusiasticamente me inseri. Mantenho ainda dois blogues, o www.vivaz.blogspot.com e o www.sonhosecompanhia.blogspot.com , ambos um pouco desactualizados e onde vou de vez em quando para colocar desabafos,. Para colocar histórias para colocar ideias e sonhos.
Saí da circulação provavelmente ninguém lerá este post, no entanto é uma forma de gritar a minha decepção pelo caminho por onde navega a blogosfera eborense.
Os blogues, tornaram-se hoje o esconderijo de uma espécie de gente que debaixo do anonimato, vomitam ódios acumulados, frustrações que não conseguem expelir e vinganças que não têm coragem de as concretizar de mostrando a cara e o fazem escondidos nos comentários dos blogues.
Sempre resisti à inclusão de comentários nos meus blogues, e isto por uma questão de respeito pelas ideias dos outros. Não...no meu blogue não se albergam cobardes anónimos.
Ah...mas continuo a ler com atenção os meus favoritos de Évora os amigos Sexo dos Anjos, o Luís Carmelo, a Abrotea, o Manel Cabeça o Grealdo Sem Pavor, o Palma Rita, o Mais Évora e mais alguns cá do burgoah e sou viciado nos blogues dos clubes da zona...boa afinal os clubes desportivos estão vivos.
Hoje resolvi passar pela blogosfera cá da terra e fiquei triste. Verifiquei que a blogosfera que era e ainda é felizmente em alguns blogues, um lugar onde se escrevem ideias, pensamentos histórias, um local onde se denuncia, onde se apontam erros, onde se critica.
Esta foi a blogosfera a que eu aderi e onde entusiasticamente me inseri. Mantenho ainda dois blogues, o www.vivaz.blogspot.com e o www.sonhosecompanhia.blogspot.com , ambos um pouco desactualizados e onde vou de vez em quando para colocar desabafos,. Para colocar histórias para colocar ideias e sonhos.
Saí da circulação provavelmente ninguém lerá este post, no entanto é uma forma de gritar a minha decepção pelo caminho por onde navega a blogosfera eborense.
Os blogues, tornaram-se hoje o esconderijo de uma espécie de gente que debaixo do anonimato, vomitam ódios acumulados, frustrações que não conseguem expelir e vinganças que não têm coragem de as concretizar de mostrando a cara e o fazem escondidos nos comentários dos blogues.
Sempre resisti à inclusão de comentários nos meus blogues, e isto por uma questão de respeito pelas ideias dos outros. Não...no meu blogue não se albergam cobardes anónimos.
Ah...mas continuo a ler com atenção os meus favoritos de Évora os amigos Sexo dos Anjos, o Luís Carmelo, a Abrotea, o Manel Cabeça o Grealdo Sem Pavor, o Palma Rita, o Mais Évora e mais alguns cá do burgoah e sou viciado nos blogues dos clubes da zona...boa afinal os clubes desportivos estão vivos.
Quarta-feira, Março 22, 2006
Governos Civis
Tem vindo a ser noticiado a intenção do Governo de acabar com os actuais 18 Governadores Civis substituindo-os por cinco representantes do Governo nas regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. Penso que é uma decisão acertada e que vem de encontro e que vem de encontro às actuais necessidades do país.
Depois do não dos portugueses à regionalização, processo que foi mal conduzido e mal explicado aos portugueses, penso que a substituição dos 18 Governadores civis pelos cinco será o primeiro passa para uma descentralização efectiva com benefícios para o país e para as regiões.
Espero que se aproveite esta oportunidade para de uma vez por todas se acabar com por um lado com o centralismo que tem dominado o país com os resultados que nós no interior do país bem conhecemos e por outro lado acabar com o bairrismo exacerbados que como se sabe em nada beneficiam as populações.
Sou desde há muito um defensor acérrimo do Alentejo, de um Alentejo que vá das fronteiras do Algarve à das Beiras, da Extremadura espanhola ao Oceano Atlântico, um Alentejo que olhe de igual forma para Portalegre, Évora Beja ou Sines, um Alentejo que saiba congregar todas as suas potencialidades com um só objectivo a melhoria de vida daqueles que cá vivem.
Para que isso acontece tenho a consciência que há um grande combate pela frente, combate contra inimigos externos e inimigos internos. Os externos são os que ao longo dos anos não promoveram o desenvolvimento do interior em geral e do Alentejo em particular, aqueles que querem continuar a ver o Alentejo como um local de passagem ou de descanso, sem se incomodarem muito com o abandono das populações a desertificação humana do território e a morte lenta a que votaram os alentejanos.
O inimigos internos, e são por certo os mais difíceis de vencer, são aqueles que não têm visão global, nem estratégica para a região, são os que querem substituir o centralismo nacional pelo centralismo regional, são aqueles que agarrados aos pequenos poderes locais vão concerteza fomentar a divisão interna.
Continuo a pensar que a melhor forma de ultrapassar alguns problemas internos seria o acto democrático do voto, enquanto isso não acontece penso que serão as novas gerações que terão de começar a tomar o poder, pois acredito que eles terão uma visão mais global, até porque nos dias que correm tudo é global.
Temos de começar a exigir mais qualidade, temos de começar a exigir mais justiça, temos de começar a exigir mais e melhor alentejanismo. Não creio que uma região se desenvolva, como nenhum país se desenvolve sem ser de forma harmoniosa e equitativa, por isso é preciso pensar Alentejo. Já perdemos muito tempo com guerras estéreis entre pequenos reis que pouco se importam com o grande povo alentejano.
Que esta reforma administrativa que se adivinha seja efectiva e justa e que seja aproveitada para de uma vez por todas acabar aqui no Alentejo com a divisão de cargos não pela competência mas pelos interesses locais das estruturas partidárias.
Que o novo Governador Civil do Alentejo seja escolhido pelo Governo, pelas suas qualidades técnicas e humanas e que a sede desse Governo Civil não seja motivo de divisão, seja antes escolhida de forma a dar um sinal de que o Alentejo é efectivamente toda a região.
Tem vindo a ser noticiado a intenção do Governo de acabar com os actuais 18 Governadores Civis substituindo-os por cinco representantes do Governo nas regiões Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. Penso que é uma decisão acertada e que vem de encontro e que vem de encontro às actuais necessidades do país.
Depois do não dos portugueses à regionalização, processo que foi mal conduzido e mal explicado aos portugueses, penso que a substituição dos 18 Governadores civis pelos cinco será o primeiro passa para uma descentralização efectiva com benefícios para o país e para as regiões.
Espero que se aproveite esta oportunidade para de uma vez por todas se acabar com por um lado com o centralismo que tem dominado o país com os resultados que nós no interior do país bem conhecemos e por outro lado acabar com o bairrismo exacerbados que como se sabe em nada beneficiam as populações.
Sou desde há muito um defensor acérrimo do Alentejo, de um Alentejo que vá das fronteiras do Algarve à das Beiras, da Extremadura espanhola ao Oceano Atlântico, um Alentejo que olhe de igual forma para Portalegre, Évora Beja ou Sines, um Alentejo que saiba congregar todas as suas potencialidades com um só objectivo a melhoria de vida daqueles que cá vivem.
Para que isso acontece tenho a consciência que há um grande combate pela frente, combate contra inimigos externos e inimigos internos. Os externos são os que ao longo dos anos não promoveram o desenvolvimento do interior em geral e do Alentejo em particular, aqueles que querem continuar a ver o Alentejo como um local de passagem ou de descanso, sem se incomodarem muito com o abandono das populações a desertificação humana do território e a morte lenta a que votaram os alentejanos.
O inimigos internos, e são por certo os mais difíceis de vencer, são aqueles que não têm visão global, nem estratégica para a região, são os que querem substituir o centralismo nacional pelo centralismo regional, são aqueles que agarrados aos pequenos poderes locais vão concerteza fomentar a divisão interna.
Continuo a pensar que a melhor forma de ultrapassar alguns problemas internos seria o acto democrático do voto, enquanto isso não acontece penso que serão as novas gerações que terão de começar a tomar o poder, pois acredito que eles terão uma visão mais global, até porque nos dias que correm tudo é global.
Temos de começar a exigir mais qualidade, temos de começar a exigir mais justiça, temos de começar a exigir mais e melhor alentejanismo. Não creio que uma região se desenvolva, como nenhum país se desenvolve sem ser de forma harmoniosa e equitativa, por isso é preciso pensar Alentejo. Já perdemos muito tempo com guerras estéreis entre pequenos reis que pouco se importam com o grande povo alentejano.
Que esta reforma administrativa que se adivinha seja efectiva e justa e que seja aproveitada para de uma vez por todas acabar aqui no Alentejo com a divisão de cargos não pela competência mas pelos interesses locais das estruturas partidárias.
Que o novo Governador Civil do Alentejo seja escolhido pelo Governo, pelas suas qualidades técnicas e humanas e que a sede desse Governo Civil não seja motivo de divisão, seja antes escolhida de forma a dar um sinal de que o Alentejo é efectivamente toda a região.
Segunda-feira, Março 20, 2006
O importante é nascer!
Os nove meses que antecedem o nascimento, são um período da vida dos homens e principalmente das mulheres, onde sentimentos antagónicos se misturam, onde a alegria e a angustia se confundem, onde a certeza e a incerteza são constantes, onde o desejo que passe depressa esbarra no medo do que vai acontecer.
As mulheres vivem este período com muito mais intensidade, são elas as guardiãs do novo ser, são elas que vêem o seu corpo modificar-se, são elas que no subconsciente carregam o medo de se sentirem culpadas se algo correr mal.
Não acredito, que durante este tempo que parece interminável para homem e mulher, ambos pensem no local de nascimento. A sua concentração está no bem estar da vida que aí vem, no bem estar da futura mãe. Correr o menor risco possível é o desejo de todos, e pai e mãe concerteza o que querem é que as condições sejam a melhores para que o seu filho venha em segurança e com saúde.
Todos temos essa consciência, e não será por acaso que quando um amigo nosso é pai, antes de dar-mos os parabéns, perguntamos sempre se correu tudo bem.
O nascimento é um momento mágico, ao ouvir o choro do recém nascimento ao ouvir do médico as palavras reconfortantes de está tudo bem, toda angustia dos nove meses passa. Só então se repara no local de nascimento. Correu tudo bem o local é bom.
Nascer é um acto natural, digamos mesmo que é não tem nada de complicado. Em circunstancia normais podemos até nascer sozinhos, tudo está bem quando acaba em bem. Mas, nem sempre tudo corre bem, há muitos pais cuja angustia não foi substituída pela alegria, há muitos país, que há angustia se junta a tristeza.
Nessa altura procura-se então a justificação, procura-se saber o porquê e muitas vezes o homem e principalmente a mulher sentem-se culpados, podiam ter feito mais, podia ter sido de outra forma.
É esta angustia, esta tristeza, que quase nunca é mostrada Quando a coisa não corre bem, não há flores, não há amigos, há um silencio, uma solidão, um desespero que só o tempo se encarregará de acalmar mas que não consegue fazer esquecer.
Em Portugal há 10 por cento de pessoas que correm este risco. É para estes que o Estado, que somos todos nós deve trabalhar. Tudo se deve fazer para que 100 por cento dos portugueses corram os riscos mínimos que um nascimento sempre trás.
Nos últimos tempos muitos têm falado sobre o encerramento das maternidades, falam normalmente sempre pelo lado do sucesso, nunca pelo lado do insucesso. Dizem que é mau encerrarem as maternidades porque os filhos da terra vão nascer em outro local mesmo em outro país, alguns até admitem que há riscos em certos locais de nascimento, mas para eles o importante não é nascer e onde se nasce.
Falam que o importante é nascer ao pé de casa, se possível mesmo em casa. Eu digo e penso que todos os pais dirão o importante é nascer com saúde, o importante mesmo é nascer.
O que devemos exigir, é que existam locais com condições perto do ideal para nascer, o que devemos exigir é que acabem os dez por cento dos portugueses que vão nascer em locais de risco, o que devemos exigir é que todos os portugueses tenham as mesmas condições para nascer.
Não posso aceitar que se discuta a naturalidade e a nacionalidade, quando em causa está a vida. E, é muito bom viver, mas só o sabemos porque nascemos. Nascer em condições para saborear a vida é o que deve estar sempre em primeiro lugar, o resto desculpem são conversas de quem tem pouco para fazer e já esqueceu o que é estar à espera de um filho.
Os nove meses que antecedem o nascimento, são um período da vida dos homens e principalmente das mulheres, onde sentimentos antagónicos se misturam, onde a alegria e a angustia se confundem, onde a certeza e a incerteza são constantes, onde o desejo que passe depressa esbarra no medo do que vai acontecer.
As mulheres vivem este período com muito mais intensidade, são elas as guardiãs do novo ser, são elas que vêem o seu corpo modificar-se, são elas que no subconsciente carregam o medo de se sentirem culpadas se algo correr mal.
Não acredito, que durante este tempo que parece interminável para homem e mulher, ambos pensem no local de nascimento. A sua concentração está no bem estar da vida que aí vem, no bem estar da futura mãe. Correr o menor risco possível é o desejo de todos, e pai e mãe concerteza o que querem é que as condições sejam a melhores para que o seu filho venha em segurança e com saúde.
Todos temos essa consciência, e não será por acaso que quando um amigo nosso é pai, antes de dar-mos os parabéns, perguntamos sempre se correu tudo bem.
O nascimento é um momento mágico, ao ouvir o choro do recém nascimento ao ouvir do médico as palavras reconfortantes de está tudo bem, toda angustia dos nove meses passa. Só então se repara no local de nascimento. Correu tudo bem o local é bom.
Nascer é um acto natural, digamos mesmo que é não tem nada de complicado. Em circunstancia normais podemos até nascer sozinhos, tudo está bem quando acaba em bem. Mas, nem sempre tudo corre bem, há muitos pais cuja angustia não foi substituída pela alegria, há muitos país, que há angustia se junta a tristeza.
Nessa altura procura-se então a justificação, procura-se saber o porquê e muitas vezes o homem e principalmente a mulher sentem-se culpados, podiam ter feito mais, podia ter sido de outra forma.
É esta angustia, esta tristeza, que quase nunca é mostrada Quando a coisa não corre bem, não há flores, não há amigos, há um silencio, uma solidão, um desespero que só o tempo se encarregará de acalmar mas que não consegue fazer esquecer.
Em Portugal há 10 por cento de pessoas que correm este risco. É para estes que o Estado, que somos todos nós deve trabalhar. Tudo se deve fazer para que 100 por cento dos portugueses corram os riscos mínimos que um nascimento sempre trás.
Nos últimos tempos muitos têm falado sobre o encerramento das maternidades, falam normalmente sempre pelo lado do sucesso, nunca pelo lado do insucesso. Dizem que é mau encerrarem as maternidades porque os filhos da terra vão nascer em outro local mesmo em outro país, alguns até admitem que há riscos em certos locais de nascimento, mas para eles o importante não é nascer e onde se nasce.
Falam que o importante é nascer ao pé de casa, se possível mesmo em casa. Eu digo e penso que todos os pais dirão o importante é nascer com saúde, o importante mesmo é nascer.
O que devemos exigir, é que existam locais com condições perto do ideal para nascer, o que devemos exigir é que acabem os dez por cento dos portugueses que vão nascer em locais de risco, o que devemos exigir é que todos os portugueses tenham as mesmas condições para nascer.
Não posso aceitar que se discuta a naturalidade e a nacionalidade, quando em causa está a vida. E, é muito bom viver, mas só o sabemos porque nascemos. Nascer em condições para saborear a vida é o que deve estar sempre em primeiro lugar, o resto desculpem são conversas de quem tem pouco para fazer e já esqueceu o que é estar à espera de um filho.
Sexta-feira, Março 17, 2006
O importante é nascer!
Os nove meses que antecedem o nascimento, são um período da vida dos homens e principalmente das mulheres, onde sentimentos antagónicos se misturam, onde a alegria e a angustia se confundem, onde a certeza e a incerteza são constantes, onde o desejo que passe depressa esbarra no medo do que vai acontecer.
As mulheres vivem este período com muito mais intensidade, são elas as guardiãs do novo ser, são elas que vêem o seu corpo modificar-se, são elas que no subconsciente carregam o medo de se sentirem culpadas se algo correr mal.
Não acredito, que durante este tempo que parece interminável para homem e mulher, ambos pensem no local de nascimento. A sua concentração está no bem estar da vida que aí vem, no bem estar da futura mãe. Correr o menor risco possível é o desejo de todos, e pai e mãe concerteza o que querem é que as condições sejam a melhores para que o seu filho venha em segurança e com saúde.
Todos temos essa consciência, e não será por acaso que quando um amigo nosso é pai, antes de dar-mos os parabéns, perguntamos sempre se correu tudo bem.
O nascimento é um momento mágico, ao ouvir o choro do recém nascimento ao ouvir do médico as palavras reconfortantes de está tudo bem, toda angustia dos nove meses passa. Só então se repara no local de nascimento. Correu tudo bem o local é bom.
Nascer é um acto natural, digamos mesmo que é não tem nada de complicado. Em circunstancia normais podemos até nascer sozinhos, tudo está bem quando acaba em bem. Mas, nem sempre tudo corre bem, há muitos pais cuja angustia não foi substituída pela alegria, há muitos país, que há angustia se junta a tristeza.
Nessa altura procura-se então a justificação, procura-se saber o porquê e muitas vezes o homem e principalmente a mulher sentem-se culpados, podiam ter feito mais, podia ter sido de outra forma.
É esta angustia, esta tristeza, que quase nunca é mostrada Quando a coisa não corre bem, não há flores, não há amigos, há um silencio, uma solidão, um desespero que só o tempo se encarregará de acalmar mas que não consegue fazer esquecer.
Em Portugal há 10 por cento de pessoas que correm este risco. É para estes que o Estado, que somos todos nós deve trabalhar. Tudo se deve fazer para que 100 por cento dos portugueses corram os riscos mínimos que um nascimento sempre trás.
Nos últimos tempos muitos têm falado sobre o encerramento das maternidades, falam normalmente sempre pelo lado do sucesso, nunca pelo lado do insucesso. Dizem que é mau encerrarem as maternidades porque os filhos da terra vão nascer em outro local mesmo em outro país, alguns até admitem que há riscos em certos locais de nascimento, mas para eles o importante não é nascer e onde se nasce.
Falam que o importante é nascer ao pé de casa, se possível mesmo em casa. Eu digo e penso que todos os pais dirão o importante é nascer com saúde, o importante mesmo é nascer.
O que devemos exigir, é que existam locais com condições perto do ideal para nascer, o que devemos exigir é que acabem os dez por cento dos portugueses que vão nascer em locais de risco, o que devemos exigir é que todos os portugueses tenham as mesmas condições para nascer.
Não posso aceitar que se discuta a naturalidade e a nacionalidade, quando em causa está a vida. E, é muito bom viver, mas só o sabemos porque nascemos. Nascer em condições para saborear a vida é o que deve estar sempre em primeiro lugar, o resto desculpem são conversas de quem tem pouco para fazer e já esqueceu o que é estar à espera de um filho.
Os nove meses que antecedem o nascimento, são um período da vida dos homens e principalmente das mulheres, onde sentimentos antagónicos se misturam, onde a alegria e a angustia se confundem, onde a certeza e a incerteza são constantes, onde o desejo que passe depressa esbarra no medo do que vai acontecer.
As mulheres vivem este período com muito mais intensidade, são elas as guardiãs do novo ser, são elas que vêem o seu corpo modificar-se, são elas que no subconsciente carregam o medo de se sentirem culpadas se algo correr mal.
Não acredito, que durante este tempo que parece interminável para homem e mulher, ambos pensem no local de nascimento. A sua concentração está no bem estar da vida que aí vem, no bem estar da futura mãe. Correr o menor risco possível é o desejo de todos, e pai e mãe concerteza o que querem é que as condições sejam a melhores para que o seu filho venha em segurança e com saúde.
Todos temos essa consciência, e não será por acaso que quando um amigo nosso é pai, antes de dar-mos os parabéns, perguntamos sempre se correu tudo bem.
O nascimento é um momento mágico, ao ouvir o choro do recém nascimento ao ouvir do médico as palavras reconfortantes de está tudo bem, toda angustia dos nove meses passa. Só então se repara no local de nascimento. Correu tudo bem o local é bom.
Nascer é um acto natural, digamos mesmo que é não tem nada de complicado. Em circunstancia normais podemos até nascer sozinhos, tudo está bem quando acaba em bem. Mas, nem sempre tudo corre bem, há muitos pais cuja angustia não foi substituída pela alegria, há muitos país, que há angustia se junta a tristeza.
Nessa altura procura-se então a justificação, procura-se saber o porquê e muitas vezes o homem e principalmente a mulher sentem-se culpados, podiam ter feito mais, podia ter sido de outra forma.
É esta angustia, esta tristeza, que quase nunca é mostrada Quando a coisa não corre bem, não há flores, não há amigos, há um silencio, uma solidão, um desespero que só o tempo se encarregará de acalmar mas que não consegue fazer esquecer.
Em Portugal há 10 por cento de pessoas que correm este risco. É para estes que o Estado, que somos todos nós deve trabalhar. Tudo se deve fazer para que 100 por cento dos portugueses corram os riscos mínimos que um nascimento sempre trás.
Nos últimos tempos muitos têm falado sobre o encerramento das maternidades, falam normalmente sempre pelo lado do sucesso, nunca pelo lado do insucesso. Dizem que é mau encerrarem as maternidades porque os filhos da terra vão nascer em outro local mesmo em outro país, alguns até admitem que há riscos em certos locais de nascimento, mas para eles o importante não é nascer e onde se nasce.
Falam que o importante é nascer ao pé de casa, se possível mesmo em casa. Eu digo e penso que todos os pais dirão o importante é nascer com saúde, o importante mesmo é nascer.
O que devemos exigir, é que existam locais com condições perto do ideal para nascer, o que devemos exigir é que acabem os dez por cento dos portugueses que vão nascer em locais de risco, o que devemos exigir é que todos os portugueses tenham as mesmas condições para nascer.
Não posso aceitar que se discuta a naturalidade e a nacionalidade, quando em causa está a vida. E, é muito bom viver, mas só o sabemos porque nascemos. Nascer em condições para saborear a vida é o que deve estar sempre em primeiro lugar, o resto desculpem são conversas de quem tem pouco para fazer e já esqueceu o que é estar à espera de um filho.
O importante é nascer!
Os nove meses que antecedem o nascimento, são um período da vida dos homens e principalmente das mulheres, onde sentimentos antagónicos se misturam, onde a alegria e a angustia se confundem, onde a certeza e a incerteza são constantes, onde o desejo que passe depressa esbarra no medo do que vai acontecer.
As mulheres vivem este período com muito mais intensidade, são elas as guardiãs do novo ser, são elas que vêem o seu corpo modificar-se, são elas que no subconsciente carregam o medo de se sentirem culpadas se algo correr mal.
Não acredito, que durante este tempo que parece interminável para homem e mulher, ambos pensem no local de nascimento. A sua concentração está no bem estar da vida que aí vem, no bem estar da futura mãe. Correr o menor risco possível é o desejo de todos, e pai e mãe concerteza o que querem é que as condições sejam a melhores para que o seu filho venha em segurança e com saúde.
Todos temos essa consciência, e não será por acaso que quando um amigo nosso é pai, antes de dar-mos os parabéns, perguntamos sempre se correu tudo bem.
O nascimento é um momento mágico, ao ouvir o choro do recém nascimento ao ouvir do médico as palavras reconfortantes de está tudo bem, toda angustia dos nove meses passa. Só então se repara no local de nascimento. Correu tudo bem o local é bom.
Nascer é um acto natural, digamos mesmo que é não tem nada de complicado. Em circunstancia normais podemos até nascer sozinhos, tudo está bem quando acaba em bem. Mas, nem sempre tudo corre bem, há muitos pais cuja angustia não foi substituída pela alegria, há muitos país, que há angustia se junta a tristeza.
Nessa altura procura-se então a justificação, procura-se saber o porquê e muitas vezes o homem e principalmente a mulher sentem-se culpados, podiam ter feito mais, podia ter sido de outra forma.
É esta angustia, esta tristeza, que quase nunca é mostrada Quando a coisa não corre bem, não há flores, não há amigos, há um silencio, uma solidão, um desespero que só o tempo se encarregará de acalmar mas que não consegue fazer esquecer.
Em Portugal há 10 por cento de pessoas que correm este risco. É para estes que o Estado, que somos todos nós deve trabalhar. Tudo se deve fazer para que 100 por cento dos portugueses corram os riscos mínimos que um nascimento sempre trás.
Nos últimos tempos muitos têm falado sobre o encerramento das maternidades, falam normalmente sempre pelo lado do sucesso, nunca pelo lado do insucesso. Dizem que é mau encerrarem as maternidades porque os filhos da terra vão nascer em outro local mesmo em outro país, alguns até admitem que há riscos em certos locais de nascimento, mas para eles o importante não é nascer e onde se nasce.
Falam que o importante é nascer ao pé de casa, se possível mesmo em casa. Eu digo e penso que todos os pais dirão o importante é nascer com saúde, o importante mesmo é nascer.
O que devemos exigir, é que existam locais com condições perto do ideal para nascer, o que devemos exigir é que acabem os dez por cento dos portugueses que vão nascer em locais de risco, o que devemos exigir é que todos os portugueses tenham as mesmas condições para nascer.
Não posso aceitar que se discuta a naturalidade e a nacionalidade, quando em causa está a vida. E, é muito bom viver, mas só o sabemos porque nascemos. Nascer em condições para saborear a vida é o que deve estar sempre em primeiro lugar, o resto desculpem são conversas de quem tem pouco para fazer e já esqueceu o que é estar à espera de um filho.
Os nove meses que antecedem o nascimento, são um período da vida dos homens e principalmente das mulheres, onde sentimentos antagónicos se misturam, onde a alegria e a angustia se confundem, onde a certeza e a incerteza são constantes, onde o desejo que passe depressa esbarra no medo do que vai acontecer.
As mulheres vivem este período com muito mais intensidade, são elas as guardiãs do novo ser, são elas que vêem o seu corpo modificar-se, são elas que no subconsciente carregam o medo de se sentirem culpadas se algo correr mal.
Não acredito, que durante este tempo que parece interminável para homem e mulher, ambos pensem no local de nascimento. A sua concentração está no bem estar da vida que aí vem, no bem estar da futura mãe. Correr o menor risco possível é o desejo de todos, e pai e mãe concerteza o que querem é que as condições sejam a melhores para que o seu filho venha em segurança e com saúde.
Todos temos essa consciência, e não será por acaso que quando um amigo nosso é pai, antes de dar-mos os parabéns, perguntamos sempre se correu tudo bem.
O nascimento é um momento mágico, ao ouvir o choro do recém nascimento ao ouvir do médico as palavras reconfortantes de está tudo bem, toda angustia dos nove meses passa. Só então se repara no local de nascimento. Correu tudo bem o local é bom.
Nascer é um acto natural, digamos mesmo que é não tem nada de complicado. Em circunstancia normais podemos até nascer sozinhos, tudo está bem quando acaba em bem. Mas, nem sempre tudo corre bem, há muitos pais cuja angustia não foi substituída pela alegria, há muitos país, que há angustia se junta a tristeza.
Nessa altura procura-se então a justificação, procura-se saber o porquê e muitas vezes o homem e principalmente a mulher sentem-se culpados, podiam ter feito mais, podia ter sido de outra forma.
É esta angustia, esta tristeza, que quase nunca é mostrada Quando a coisa não corre bem, não há flores, não há amigos, há um silencio, uma solidão, um desespero que só o tempo se encarregará de acalmar mas que não consegue fazer esquecer.
Em Portugal há 10 por cento de pessoas que correm este risco. É para estes que o Estado, que somos todos nós deve trabalhar. Tudo se deve fazer para que 100 por cento dos portugueses corram os riscos mínimos que um nascimento sempre trás.
Nos últimos tempos muitos têm falado sobre o encerramento das maternidades, falam normalmente sempre pelo lado do sucesso, nunca pelo lado do insucesso. Dizem que é mau encerrarem as maternidades porque os filhos da terra vão nascer em outro local mesmo em outro país, alguns até admitem que há riscos em certos locais de nascimento, mas para eles o importante não é nascer e onde se nasce.
Falam que o importante é nascer ao pé de casa, se possível mesmo em casa. Eu digo e penso que todos os pais dirão o importante é nascer com saúde, o importante mesmo é nascer.
O que devemos exigir, é que existam locais com condições perto do ideal para nascer, o que devemos exigir é que acabem os dez por cento dos portugueses que vão nascer em locais de risco, o que devemos exigir é que todos os portugueses tenham as mesmas condições para nascer.
Não posso aceitar que se discuta a naturalidade e a nacionalidade, quando em causa está a vida. E, é muito bom viver, mas só o sabemos porque nascemos. Nascer em condições para saborear a vida é o que deve estar sempre em primeiro lugar, o resto desculpem são conversas de quem tem pouco para fazer e já esqueceu o que é estar à espera de um filho.
Terça-feira, Outubro 11, 2005
“Sempre...há histórias para contar” para ler a partir de Quarta Feira
Num tempo em que não há tempo para quase nada. Temos de arranjar tempo para ter um tempo para nós. Um tempo em que o tempo é infinito, mesmo que o tempo tenha de ser curto, porque temos de ter tempo para quase tudo e acabamos por não ter tempo para nós.
“Sempre...há histórias para contar”, é um livro de histórias simples, que fala por vezes de gente simples ou de pensamentos simples. Um livro para se ler depressa e reflectir bem devagar.
A apresentação do livro da autoria de Mário Simões, terá lugar na Quarta Feira, dia 12 de Outubro pelas 18 horas, no auditório do Diário do Sul
Num tempo em que não há tempo para quase nada. Temos de arranjar tempo para ter um tempo para nós. Um tempo em que o tempo é infinito, mesmo que o tempo tenha de ser curto, porque temos de ter tempo para quase tudo e acabamos por não ter tempo para nós.
“Sempre...há histórias para contar”, é um livro de histórias simples, que fala por vezes de gente simples ou de pensamentos simples. Um livro para se ler depressa e reflectir bem devagar.
A apresentação do livro da autoria de Mário Simões, terá lugar na Quarta Feira, dia 12 de Outubro pelas 18 horas, no auditório do Diário do Sul
Segunda-feira, Setembro 19, 2005
Cartazes
A pré campanha eleitoral segue alegremente em Évora sem grandes novidades, com o habitual desinteresse, com o habitual critério do jornal da terra fornecendo espaço aos partidos para colocarem a propaganda, que pouco ou nada elucida os eleitores sobre as propostas para Évora.
Os blogues as ultimas fortalezas da liberdade individual, também estão muito àquem do que se esperava, pois nada se alterou, com os habituais contra e os poucos a favor da actual maioria.
Restam-nos os cartazes. Aliás não fossem os infelizes cartazes da anterior campanha de José Ernesto de Oliveira, e esta campanha seria um passeio para o actual Presidente da autarquia eborense.
Pergunto-me, porque carga de água, ou quem teria sido a inteligência que aconselhou o candidato do PS, a colocar na Rua os cartazes a prometer Estádios de Futebol, árvores em todas a ruas, e coisas do género.
Não me venham dizer que valia tudo para derrotar Abílio Fernandes, pois há quatro anos atrás, não direi o rato Mickey, mas até o Pateta venceria o esgotado Abílio Fernandes.
Acho que José Ernesto de Oliveira deveria ter optado por uma campanha séria com propostas de mudança, mas nunca promessas que acho que nem o autor dessas ideias luminosas acreditava que podiam ser cumpridas em quatro anos.
Hoje, são poucos os que procuram ver o que mudou e muitos os que lembram os cartazes. José Ernesto de Oliveira deveria puxar as orelhas a quem o aconselhou há quatro anos a fazer aqueles cartazes no mínimo ridículos.
Quem por certo está contente com a estratégia de há quatro anos é Andrade Santos, que viu ser-lhe servido um bandeja de prata um manjar que ele aspira poder comer, o manjar do regresso ao poder.
Mas, não se julgue que os cartazes da CDU, são um bom exemplo, o primeiro tinha uma fotografia mal tirada do candidato com uma anjo da guarda por trás que tirava a qualquer eborense a sensação que com Andrade Santos Évora seria diferente que com Abílio Fernandes, mais uma cópia não obrigado.
Neste aspecto José Ernesto de Oliveira no primeiro cartaz esteve melhor, um cartaz sóbrio, não muito original, mas sóbrio quanto baste para fazer uma campanha baseada em aspectos positivos.
Por seu lado o PSD, escolheu também um bom cartaz, com António Dieb, a posicionar-se não para estas eleições mas para as próximas.
Sobre Dieb, escrevi há muito o que penso dele, continuo a acreditar que tem ideias para Évora e os debates foram para ele um sucesso, mas primeiro terá de convencer os seus correligionários políticos e só depois os eborenses lhe confiarão a cidade.
Por isso digo e o cartaz, é a prova disso, António Dieb vai ser um candidato forte daqui a 4 anos, por enquanto será apenas a voz que o PSD não tem há muito na edilidade eborense.
Bem, voltando aos cartazes. Veio uma segunda leva de cartazes de José Ernesto de Oliveira e aí, mais uma vez fiquei estarrecido. Então não é que depois de José Ernesto ter conseguido, voltar a fazer os eborenses a acreditar que a cidade vai finalmente dar um passo em frente com a sua reeleição, vieram aqueles cartazes de mau gosto estragar tudo.
Num aparece uma idosa, com cara de poucos amigos, noutro um avião que trás novas de emprego futuro, noutra uma obras que se resume a uma rotunda e uma fonte, noutro este o de pior gosto, a seca que deve ser uma preocupação colectiva e que ninguém deve utilizar como arremesso político.
Enfim, não sei que fez estes cartazes, mas algo me diz que foi a mesma pessoa dos da campanha eleitoral de há quatro anos. Se foi... por favor despeçam este homem, e mandem a conta dos cartazes aos partidas da oposição, porque com este cartazes do PS, não são precisos cartazes do PSD e da CDU.
Apesar de tudo, e porque os cartazes mudam-se, acredito que José Ernesto de Oliveira merece mais quatro anos como Presidente.
A pré campanha eleitoral segue alegremente em Évora sem grandes novidades, com o habitual desinteresse, com o habitual critério do jornal da terra fornecendo espaço aos partidos para colocarem a propaganda, que pouco ou nada elucida os eleitores sobre as propostas para Évora.
Os blogues as ultimas fortalezas da liberdade individual, também estão muito àquem do que se esperava, pois nada se alterou, com os habituais contra e os poucos a favor da actual maioria.
Restam-nos os cartazes. Aliás não fossem os infelizes cartazes da anterior campanha de José Ernesto de Oliveira, e esta campanha seria um passeio para o actual Presidente da autarquia eborense.
Pergunto-me, porque carga de água, ou quem teria sido a inteligência que aconselhou o candidato do PS, a colocar na Rua os cartazes a prometer Estádios de Futebol, árvores em todas a ruas, e coisas do género.
Não me venham dizer que valia tudo para derrotar Abílio Fernandes, pois há quatro anos atrás, não direi o rato Mickey, mas até o Pateta venceria o esgotado Abílio Fernandes.
Acho que José Ernesto de Oliveira deveria ter optado por uma campanha séria com propostas de mudança, mas nunca promessas que acho que nem o autor dessas ideias luminosas acreditava que podiam ser cumpridas em quatro anos.
Hoje, são poucos os que procuram ver o que mudou e muitos os que lembram os cartazes. José Ernesto de Oliveira deveria puxar as orelhas a quem o aconselhou há quatro anos a fazer aqueles cartazes no mínimo ridículos.
Quem por certo está contente com a estratégia de há quatro anos é Andrade Santos, que viu ser-lhe servido um bandeja de prata um manjar que ele aspira poder comer, o manjar do regresso ao poder.
Mas, não se julgue que os cartazes da CDU, são um bom exemplo, o primeiro tinha uma fotografia mal tirada do candidato com uma anjo da guarda por trás que tirava a qualquer eborense a sensação que com Andrade Santos Évora seria diferente que com Abílio Fernandes, mais uma cópia não obrigado.
Neste aspecto José Ernesto de Oliveira no primeiro cartaz esteve melhor, um cartaz sóbrio, não muito original, mas sóbrio quanto baste para fazer uma campanha baseada em aspectos positivos.
Por seu lado o PSD, escolheu também um bom cartaz, com António Dieb, a posicionar-se não para estas eleições mas para as próximas.
Sobre Dieb, escrevi há muito o que penso dele, continuo a acreditar que tem ideias para Évora e os debates foram para ele um sucesso, mas primeiro terá de convencer os seus correligionários políticos e só depois os eborenses lhe confiarão a cidade.
Por isso digo e o cartaz, é a prova disso, António Dieb vai ser um candidato forte daqui a 4 anos, por enquanto será apenas a voz que o PSD não tem há muito na edilidade eborense.
Bem, voltando aos cartazes. Veio uma segunda leva de cartazes de José Ernesto de Oliveira e aí, mais uma vez fiquei estarrecido. Então não é que depois de José Ernesto ter conseguido, voltar a fazer os eborenses a acreditar que a cidade vai finalmente dar um passo em frente com a sua reeleição, vieram aqueles cartazes de mau gosto estragar tudo.
Num aparece uma idosa, com cara de poucos amigos, noutro um avião que trás novas de emprego futuro, noutra uma obras que se resume a uma rotunda e uma fonte, noutro este o de pior gosto, a seca que deve ser uma preocupação colectiva e que ninguém deve utilizar como arremesso político.
Enfim, não sei que fez estes cartazes, mas algo me diz que foi a mesma pessoa dos da campanha eleitoral de há quatro anos. Se foi... por favor despeçam este homem, e mandem a conta dos cartazes aos partidas da oposição, porque com este cartazes do PS, não são precisos cartazes do PSD e da CDU.
Apesar de tudo, e porque os cartazes mudam-se, acredito que José Ernesto de Oliveira merece mais quatro anos como Presidente.